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Midnight Sin é daqueles perfumes que deixam uma película oleosa na pele. De saida tem uma explosão um pouco caótica de frutos vermelhos e chocolate... Não acho que se limite á cereja! A nota de couro não está listada, mas sinto algo muito semelhante a ela... Entre muitas outras notas... Na minha pele, mesmo sem maturação, o perfume fixa até ao osso, se lavar ainda sinto o cheiro na pele. Não me sinto confortável a usá-lo no verão, mesmo no inverno, não me imagino a usá-lo durante o dia... Tinha sido alertada para haver a possibilidade de tampa e borrifador virren separados da garrafa, e sim isso aconteceu, demorei poucos segundos a repor a forma original... É um frasco pesado, com detalhes de metal e tampa também em metal, não aconselho pegarem-no pela tampa. Acho um perfume raíz muito anos 80, muito potente, duradouro e com muito rastro. É como se fosse um cruzamento de varios perfumes daquela época
Zenith Vanilla tem a baunilha do lendário shalimar, mas muito mais leve, dando para usar no verão. É um perfume linear, constante, com uma evolução contida. Não vai agradar a todos, tem uma vibe vintage... Baunilha adocicada e balsâmica, nada gourmand, que, pessoalmente eu adoro. Fixação e projeção na minha pele fenomenal, sem necessidade de exageros. O frasco é pesado, muito elegante, que remete aos frascos do antigamente. ❤️
Bahiya Garnet abre com um frutado cremoso, cereja alegre e vibrante, envolta em pêra e manga, equilibradas com um toque cítrico que anula o efeito enjoativo... Evolui para um perfume tropical ambarado, onde o figo dá um incremento que faz a diferença e lhe dá um toque muito especial. Nao sinto o jasmim... As frutas são as principais protagonistas. Acho que dá para usar em qualquer estação do ano, não é sufocante no verão, se for usado sem exagero... Pode durar todo o dia, tudo depende da hidratação da pele e tem uma forte projeção durante uma hora pelo menos. O frasco tem a forma de copo, bonitinho, mas que não me faz muito sentido, tendo em conta o perfume.
Zukhruf Cherry é um perfume totalmente feminino, abre com uma explosão de cereja amêndoada efervescente. O frutado diminui de intensidade, mas evolui sem perder a cereja para um jasmim ambarado e discretas nuances de baunilha... Dura cerca de 8 horas na minha pele e tem uma projeção razoável de hora e meia +/-. O frasco é uma beleza, pesado de um vermelho intenso com arabescos dourados, desenhados na parte frontal do frasco e uma tampa de metal dourada.
Angham Second Song É um Floral, frutado fresco, brilhante e fácil de agradar. Na abertura não sinto flor de pêra, sinto pêra madura e sumarenta, que se prolonga numa delicada combinação com a peónia e a baunilha. Não se parece em nada com o irmão mais novo, que me agradou muito mais. No Fragrantica comparam-no ao Kingdom for Her, eu não os acho parecidos! Dura na minha pele cerca de 6 horas sem grande projeção. O frasco é igual ao Angham original, mas num delicado tom de rosa.
Principalmente agora nesta altura do calor, adoro colocar esta bruma depois do banho, e conjugar com um perfume. Fica um cheiro diferente e bem especial, ajuda a projetar o perfume. Adoro a frescura desta bruma.
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